Vaporização do Útero . Camomila

Bailarina e Terapeuta

Vaporização do Útero . Camomila

Como continuação do post sobre vaporização do útero, vou publicar textos sobre ervas para saúde física e energética da mulher.

Hoje é dia de falar da Camomila.

A camomila é uma das mais poderosas plantas femininas porque a sua fitoenergética trabalha na liberação de traumas uterinos, inclusive da ancestralidade.

O nome científico da camomila já diz: matricaria, que significa útero. Ela atua na energia uterina limpando traumas, culpas e padrões que já não nos servem mais.
Lembrando que energia uterina não se limita ao útero físico, mesmo mulheres que não têm útero tem esta energia pulsante.

Trabalha as questões ancestrais, e de maneira generosa nos convida a “farejar” a vida: nossas percepções aguçadas sempre percebem o que “já está passado, podre”. Ela nos convida a construir a vida de forma individual e criativa

Sua ação local estimula a cicatrização e acalma a pele, tem leve ação antibacteriana e ação sistêmica calmante. Ajuda a amenizar as tensões nervosas e melhora o sono.

Mulheres que fazem uso contínuo da camomila costumam ter bastante contato com o campo onírico. Sonhos reveladores sobre nossos aspectos inconscientes podem vir à tona.

Embora as práticas antigas de cura do Feminino sejam autônomas e te devolvam o poder de se cuidar e de “dar conta” dos teus conteúdos, não exclua a consulta ao médico, ao psicólogo e/ou uma terapeuta do Feminino, acostumada a acompanhar mulheres em seus processos internos. Muitas vezes, o auxílio e o acolhimento externo é necessário, então não hesite em pedir ajuda.

Existem poucas contraindicações para esta prática de Vaporização do útero, e elas foram citadas no post sobre vaporização.

Inclua cuidados íntimos no seu ritual de beleza. A beleza por aqui é a nutrição do corpo e da alma.

Cuide-se bem, você é preciose!

 

 

Aysha Almeé
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Algumas referências:

-CAMARGO, T. L.A.C. As plantas medicinais e o sagrado. 1.ed., São Paulo: Ícone, 2014
-LORENZI, H.; MATOS F.J.A., Plantas medicinais no Brasil, 2.ed, Nova Odessa-SP: Instituto Plantaram, 2008